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Posts Tagged ‘Receitas’

Fazia tempo que não postava nada, mas é que tem tanta coisa acontecendo na minha vida, coisas das quais ainda não posso falar, que é complicado achar inspiração para postar como se nada estivesse acontecendo. Mas, como a gente sempre precisa comer, e como inverno é tempo de confort food (sim, faz frio, mesmo aqui na Califórnia), resolvi postar mais uma receitinha, desta vez de torta de cenoura. Gosto muito de bolo de cenoura, seja estilo brasileiro, seja americano, e quando assisti um episódio da Barefoot Contessa com uma receita maravilhosa, simplesmente não resisti, tive que fazer a torta no mesmo dia:

A receita é a seguinte:

Torta de Cenoura e Abacaxi

Torta de Cenoura e Abacaxi

Para a Massa:

2 copos de açucar

1 e 1/3 de copo de óleo vegetal

3 ovos grandes (temperatura ambiente)

1 colher de sopa de extrato de baunilha

2 1/2 copos de farinha de trigo

2 colhers de canela (muito cuidado com a canela, em excesso pode estragar o bolo todo – ouça a voz da experiência!)

2 colheres de fermento de bolo

1 1/2 colher de chá de sal

1 copo de passas e 1 copo de nozes picadas (misturadas em uma colher de trigo para não irem para o fundo da forma)

1/2 quilo de cenoura ralada (manualmente para evitar o acúmulo de líquidos)

1/2 copo de abacaxi fresco (ou em calda – mas se usar em calda escorra bem) picadinhos

Para a cobertura (e recheio):

340 gr de cream cheese, temperatura ambiente

225 gr de manteiga sem sal, temperatura ambiente

1 colher de extrato de baunilha puro

1/2 quilo de açucar de confeiteiro, peneirado

Preparo:

Pré-aqueça o forno a 177ºC, aproveite e unte 2 formas redondas de 20 cm diametro, e forre o fundo com papel de pão, e salpique farinha por cima.

Para o bolo:

Bata o açúcar, óleo e ovos na batedeira, até que se tornem amarelo claro, adicione o extrato de baunilha. Em outro pote, peneire 2 1/2 copos de trigo, a canela (cuidado!), o fermento e o sal.  Adicione os ingredientes secos aos ingredientes já na batedeira. Misture as passas e as nozes com 1 colher de trigo e adicione a massa. Junte também a cenoura ralada e o abacaxi picado. Misture bem.   Divida a massa igualmente entre as duas formas e asse por 55 a 60 minutos, ou até que passe no teste do palito. Deixe os bolos esfriarem completamente antes de desenformar.

Para a cobertura (e recheio)

Misture o cream chesse, manteiga e baunilha na batedeira, adicione o açucar de confeiteiro e continue batendo até que fique um creme lisinho. Coloque um dos bolos com o fundo para cima, adicione uma camada de creme (eu também coloquei um pouco de abacaxi), coloque o segundo bolo, com o fundo para baixo no topo e cubra tudo com o restante do creme, decore com pedaços de abacaxi.

Está pronto para ser servido, mas algumas horas na geladeira deixam essa delícia ainda mais gostosa.

Enjoy!

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Acabo de descobrir que fiz batata doce assada hoje. Explico: na plaquinha do super dizia yam, que deveria ser o inhame, que é como Denorex, parece, mas não é batata doce. Acontece, que quando essa variedade de batata doce que eu fiz hoje, que tem uma casca meio rosa e o interior laranja vivo, foi introduzida aqui nos usa, eles deram o nome de yam, para diferenciar dos outros tipos de batata doce existentes. Mas, na verdade, não são yams, e sim uma outra variedade de batata doce. E bota doce nisso, adorei.

E sabe o que é melhor? Faz bem a saúde, é rica em beta-carotenos que ajudam na produção de vitamina A no nosso organismo.

Parece que podem ser preparadas como qualquer outra batata doce.

Eu fiz assim:

1. Descasquei, lavei e cortei em rodelas finas duas batas médias.

2. Temperei com sal de alho e óleo de oliva.

3. Deixei assar por unas 20 minutos em forno pré-aquecido.

Foi um sucesso, quando a sopa ficou pronta, já não tinha mais batata pra contar a história.

E você, gosta de batata doce? Já experimentou esse tipo de batata doce? Tem alguma receita pra compartilhar?

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Quando era criança não gostava de sopas, especialmente aquelas de pacote, tipo sopa maggi ou knorr. A única exceção era a canja de galinha, sempre bem branquinha com caldo ralo, bem inócua, para ser sincera. Felizmente, o tempo e as circunstâncias da vida me fizeram dar uma chance a outros tipos de sopas. Com o tempo, fui descobrindo as minhas favoritas, e a de lentilhas está entre elas. Já tentei fazer sopa de lentilha normal, daquelas que tem que deixar de molho como o feijão, mas sempre ficam mais para cozido do que sopa. Outro dia, antes de ir para o Brasil comprei um pacotinho de lentilhas vermelhas, e essa semana experimentei fazer uma sopinha com elas. E não é que deu certo. A de hoje ja é a terceira que faço. E o melhor, a receita é fácil demais, veja só:

Ingredientes:

– 1 cebola picadinha

– 1 cubinho de caldo knoor (eu uso caldo de carne, mas imagino que tanto o de frango quanto o de legumes devem ficar bons).

– 1 copo de lentilhas vermelhas lavadas (não precisa deixar de molho

– 1 litro de água

Modo de fazer:

– fritar a cebola com o caldo magi até dourar. Acrescentar a lentilha e em seguida a água, deixar cozinhando em fogo brando até que a lentilha se dissolva (mais ou menos 30 minutos). Umas lasquinhas de parmesão e uns biscoitos água e sal e está pronto o seu jantar.

Fiz uma vez, sem muita fé que iria dar certo e já pensando em incrementar depois. Mas o resultado foi tão bom que que não consigo pensar em mais nada  para acrescentar.

E você, se resolver experimentar, passe aqui para dar o veredito, ou quem sabe alguma sugestão.

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Mais uma pequena (porém altamente calórica) brecha na dieta, para não perder o hábito. Essa semana tive um orkontro em Irvine, umas duas horas ao sul daqui. Planejei levar um bolo de mandioca com coco que eu adoro. Infelizmente, acabei me atrapalhando um pouco e só consegui levar a mim mesma e a minha boquinha nervosa.

Mas, como já havia comprado a mandioca e coco, resolvi fazer o bolo hoje, para o meu próprio deleite (até o momento) e o deleite (futuro, pois ele ainda está esperando esfriar pra experimentar) da cara metade. Esse bolo é mais uma daquelas muitas coisas quase mitológicas por aqui, já que se quiser só fazendo em casa mesmo, não tem pra comprar em nenhum lugar. Mas, o bom é que o aipim (que é como a gente chama mandioca no sul), tem em qualquer mercado. O nome em inglês é yucca root (ou raiz de yucca), os derivados, como polvilho e as bolinhas para fazer sagu são conhecidos como tapioca, mas a raiz mesmo é yucca.

Os ingredientes

Os ingredientes

Usei a seguinte receita com pequenas variações (em itálico):

Ingredientes:

– 700 gramas de mandioca crua (ralada) – usei menos que isso, apenas uma raíz grande, pois era o que eu tinha em casa.

– 1 lata de leite condensado

– 1 vidro de leite de coco – usei uma lata maior que a lata de leite condensado, pois é o que se encontra por aqui.

– 4 ovos – usei apenas 3 (acho que poderia ter usado 2).

– açucar a gosto – coloquei uma xícara de cafezinho (mas nem precisava, pois o coco aqui já vem com açucar).

– 1 coco ralado pequeno (coloquei um pacote enorme que tinha em casa).

Modo de fazer:

No forno

No forno

Descascar a mandioca e retirar o fio que fica no meio (a receita pede pra reservar e depois jogar ela inteira no liquidificador, mas eu ralei a minha no processador de alimentos).

Bater no liquidificador, o leite condensado, os ovos, o leite de coco, o açúcar. Juntar a mandioca aos poucos.

Quando estiver bem moido, juntar o coco com uma colher de pau. A minha mistura ficou bem rala, por isso acabei usando todo o pacote de coco ralado (e também porque gosto bastante de coco).

Assar em assadeira untada com margarina em fogo brando por 40 minutos. Está pronto quando o bolo estiver douradinho.

E ai está o resultado:

O resultado!

O resultado!

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Continuando a tradição de acabar com os ingredientes vencidos ou quase na minha geladeira, e perder o rumo da dieta, hoje foi a vez dos ovos.
 
Sendo a pessoa distraída que sou, não deve espantar ninguém que acabei com duas dúzias inteirinhas de ovos na geladeira, ambas para vencer semana que vem. Quando faço isso fico com uma dor enorme de consciência, mas lembrei que faz tempo que venho querendo fazer uma fritatta e ai fiquei menos culpada. 
Já vi várias receitas nos programas de culinária que gosto de assistir, o problema é que e a fritatta envolve duas etapas, você frita os ingredientes e depois coloca a frigideira no forno para terminar de assar e dar uma coradinha por cima, e nenhuma das minhas frigideiras pode ir ao forno. Mas, como dizem por aqui, isso são apenas “detalhes baby, detalhes!” Então, resolvi adaptar umas receitas que tinha aqui em casa e fiz minha fritata assim:
 
Primeira Etapa:
 

Fritei na minha panela de pressão (pq é a maior da casa) os seguintes ingredientes (que podem variar, para acomodar o que você tiver em sua geladeira): 

– 1 cebola pequena picadinha;

– 1 abobrinha cortada em fatias bem fininhas;

– três fatias de presunto picadinho;

– sal e pimenta a gosto;

 
Segunda Etapa:
 
Pré-aqueci o forno, untei uma forma anti-aderente, coloquei todos os ingredientes fritos no fundo. Bati uma dúzia de ovos, misturei 1 xícara de queijo ralado magro ao ovos. Quando estava prestes a despejar na forma, a cara metade sugeriu colocar uns camarões fritos junto (Ele fez questão de lembrar que a ideia foi dele, então achei por bem o aposto para dar o crédito 😉 ). Então parei  tudo, descongelei o camarão, fritei rapidinho com um pouco de óleo de oliva misturei aos ovos e despejei tudo em cima dos legumes fritos dando uma sacudida na forma para os ovos chegarem ao fundo.
 
Levei tudo ao forno, por 25 minutos. E mais 5 minutos com a grelha superior do forno ligada para dar uma coradinha. Ficou uma delícia e gulosinhos que somos, já traçamos metade 🙂
 
Da próxima vez vou colocar cogumelos e pimentão vermelho. Acho que vai ficar bem bom também. E você, o que faria diferente?
Fritatta

Fritatta

 
P.S.: Só lembrei de postar a receita aqui quando já havíamos comido metade, por isso mais uma foto em pedaços. 🙂

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Ta, estou fazendo um esforço consciente para comer melhor e perder peso. Não compro mais guloseimas quando vou no super.

Na minha dispensa, as coisas mais próximas de algo doce e gostoso são as barrinhas de cereal da Quaker(que nem são tão boas assim).

No congelador, só tem picolé de fruta não cremoso.

Arroz, só se for integral, pão também (tudo bem, outro dia comprei um de queijo, mas foi uma exceção).

Açúcar só se for mascavo.

Não bebo mais refrigerante (tomo limonada quando a água não me satisfaz), só água com gás.

Estava indo tudo muito bem (em tese, pois resultado que é bom, ainda não vi nenhum), mas uma noite dessas, enquanto assistia agoniada o noticiário, percebi que as bananas da fruteira estava ficando meio passadinhas… ai não teve jeito, foi-se a dieta para as cucuias e saiu essa tortinha de farofa de banana ilustrada pela foto ai abaixo.

Mas veja a simplicidade dessa receita, e diz se eu tenho culpa?

Ingredientes:

Torta Farofa de Banana

Torta Farofa de Banana

 

1 colher de sopa de fermento em pó

1 1/2 xícara de farinha de trigo

1 1/2 xícara de amido de milho

1 xícara de margarina

2 xícara de açúcar

1 xícara de leite

12 bananas nanica (bem madurinhas) em fatias

3 ovos

canela para polvilhar (que eu não usei)

Passas e nozes (usei uns punhados de um trail mix que tinha na dispensa, e que continha frutinhas, cholatechips, amêndoas, nozes, amendoim e sei  mais o que). 

Modo de Fazer:

Misturar a farinha, o açúcar, o amido de milho, o fermento, e a margarina com as mãos até formar uma farofa. Em uma forma untada, colocar uma camada de farofa, uma camada de banana um pouco de passas,nozes e coisa e tal e ir repetindo até terminar com uma camada de farofa (o meu bolo ficou com duas camadas de banana e três de farofa.< Por último, bater os ovos, adicionar o leite e despejar com cuidado sobre a  massa. Levar ao forno por 45 minutos em temperatura moderada.

As nozes, passas e o chocolate dão um gostinho especial e um toque crocante a esta tortinha tradicional, e o resultado é um atentado a< sua dieta. Se resolver fazer, não diga que não avisei!

 

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Ontem fomos a um evento brasileiro em Los Angeles em comemoração a independência do Brasil. Ficamos pouco tempo, e nem tirei fotos. Já havíamos almoçado e eu estava contando com um pudim de leite de sobremesa, ou na pior das hipóteses, um brigadeirinho. Não achei nem uma coisa nem outra, apenas uma cocada caríssima ($3 dólares!), que não estava ruim, mas também não estava maravilhosa.

Mas, para não sair de mãos abanando, compramos pastel de feira e uns guaranás para fazer um lanche na praia, nossa próxima parada. O guaraná estava uma delícia, mas também, guaraná antártica nunca decepciona, não é mesmo? Os pastéis estavam no mesmo nível da cocada, não estavam ruins, mas também não estavam deliciosos (e nem vou falar do preço exorbitante), e serviram sim para incutir na minha mente (ou no meu estômago), uma vontade de comer mais pastel.

Hoje a noite a vontade aumentou, e resolvi tentar fazer pastéis. O grande problema de pastel aqui é a massa. Não se acha aquela massa de pastel prontinha que a gente encontra em qualquer padaria/mercadinho ai no Brasil. Então, para variar recorri a internet para encontrar uma receitinha de massa de pastel para tentar fazer em casa. Depois de estudar algumas opções, escolhi essa aqui (critério de escolha? – a receita pedia aguardente, e lembrei que as receitas de massa frita que minha mãe costumava fazer em casa sempre pediam cachaça):

Ingredientes:

500 g de farinha de trigo

200 ml água

1 colher (sobremesa) sal

1 colher (sopa) óleo

1 colher (sopa) aguardente

Óleo para fritar

Recheios variados

Modo de fazer:

Aquecer a água e juntar o sal, Misturar e reservar. Colocar a farinha, o óleo e a aguardente em um recipiente. Misturar tudo acrescentando a água com sal reservada anteriormente. Sovar bem até que a massa fique lisinha e homogênea (tive que acrescentar mais trigo para obter aquela consistência similar a massa de pão).

Deixa a massa descansar por aproximadamente 10 minutos. Abra a massa com o rolo, coloque o recheio escolhido, feche e pressione as laterais com as pontas dos dedos. Frite em óleo quente.

Recheie alguns com queijo e outros com queijo e presunto. A parte mais difícil foi conseguir esticar a massa para ficar bem fina, e depois fritar sem deixar queimar ou sem o pastel estourar (o que faz com que respingue óleo para todo lado – mais ainda do que o normal da fritura). Mas o resultado foi bem positivo, e como sempre está ai a foto pois nesse blog só entram receitas testadas pessoalmente na nossa cozinha e aprovadas pelo degustador-mor (ou qualquer desavisado que eu eu achar de cobaia por ai!).

Pastel Caseiro

Pastel Caseiro

P.S.: Tem que dar um desconto para forma, já que com massa caseira é difícil fazer tudo perfeitamente redondinho, ou quadrinho, ou em formato de meia-lua. 😉

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