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Archive for the ‘Viagens’ Category

Chicago - vista do apê

Chicago - vista do apê

Essa semana com a comemoração da vitória do Obama no Grant Park em Chicago, fiquei meio nostálgica da cidade dos ventos. Na verdade o certo é dizer fiquei mais nostálgica do que o normal, pois como deixei amigas muito queridas por lá, estou sempre meio saudosa. Mas como saudades de gente é diferente, vamos dizer que fiquei com saudades de estar lá, de andar pelas ruas da cidade, de passear pelos seus parques, de andar de bike na beira do lago Michigan, dos shows ao vivo (e de graça) no Millenium Park. Deu saudades até do nosso apErtamento, que o que tinha de melhor era essa vista do Lago Michigan ai da foto ao lado.

Lago Michigan

Lago Michigan - Chicago

Para quem não sabe, morei em chicago por um ano (Março de 2006 a Março de 2007). Quando a cara-metade me disse que tinha sido convidado para uma entrevista de empregos por lá fiquei bem cética. A Chicago do meu imaginário era aquela dos gangsters dos filmes de Al Capone e outros do gênero. Quando a primeira etapa da entrevista deu certo, e fui até lá pela primeira vez para conhecer a cidade e ver lugares para morar, minha surpresa foi imensa. Junto com toda a confusão, transito e loucura de uma cidade de mais de 3 milhões de pessoas, Chicago tinha também uma beleza singular, com sua Lake Shore (Orla do Lago), sua simpática downtown, seus parques. Enfim, uma cidade que mesmo no frio de novembro, quase na semana do famoso dia de Ação de Graças, irradiava luz e beleza. Me encantei.

4 de Julho 2006, Fogos de Artificio, Chicago

4 de Julho 2006, Fogos de Artifício, Chicago

Chicago é uma metropole, mas com jeito de cidade pequena. O seu centro está muito longe da magnitude de NY ou mesmo de LA, em compensação, tem tudo que essas cidades tem de bom, e talvez um pouco mais. Lembro bem de uma ocasião em que jantamos um restaurante árabe, no meio do bairro mais gay da cidade, e ao som de Roberto Carlos (em italiano!). Achei a combinação toda tão cosmopolita que a imagem ficou gravada na minha memória para sempre.

Millenium Park - Show do Seu Jorge

Milleninum Park - Show do Seu Jorge

Enquanto morávamos lá fizemos longos passeios de bike pela orla do lago, que tem trilhas pavimentadas para pedestre e ciclistas, assistimos a vários shows no Milleninum Park, fomos a vários museus de arte, passeamos na roda gigante do Navy Pier. Visitamos o Zoológico do Lincon Park, e o Aquário da cidade, fomos ao topo de Hancock Building, e assistimos os fogos do 4 de Julho da Janela de casa. E ainda assim, faltou muito pra ver e fazer. Chicago vale a visita. Na dúvida dá uma olhadinha em alguma das nossas fotos.


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Zabriskie Point by André Goldstein

Sexta foi Halloween e decidimos impulsivamente passar a noite no Vale da Morte (que visitamos no calor do verão, lembram?). Somos assim, é botar o pé na estrada num finde e ficamos com o bicho carpinteiro no corpo, logo querendo sair novamente. A viagem foi tranqüila, mas como saímos meio tarde e os dias estão bem mais curtos agora no outono, chegamos lá já na calada da noite. Resolvemos acampar, já que com a crise  economizar é preciso, e também porque é bem gostoso fazer uma fogueirinha e passar a noite ao ar livre (ok, médio ao ar livre, dormimos na barraca! 😉 ).

Aliás, acampar nos parques nacionais aqui nos USA é muito fácil, os campings tem toda a infra-estrutura necessária. O camping em que ficamos tinha até banheiro com água corrente. Em geral cada campsite tem uma mesinha de picnique e também uma área especial para fazer uma fogueira e uma churrasqueira de metal. Nosso campsite tinha uma área com sombra de umas arvores bem simpáticas, que deixou tudo muito aconchegante, e que deve ser uma mão na roda no verãozão, quando as temperaturas no parque chegam a médias de 45oC durante o dia. Pagamos $18.00 dólares e como temos um passe anual para os parques nacionais, esse foi o nosso único custo de estadia.

Outra coisa muito legal de acampar num lugar como o Vale da Morte, tão afastado da civilização, é a possibilidade de ver estrelas, mas tantas, que parece que a gente está vendo o céu pela primeira vez. Lindo, lindo, lindo. Ficamos um bom tempo curtindo a noite, ao redor da fogueira. Ai, conversa vai, conversa vem, a cara metade declara, que só me trocaria por duas de mim (não pergunte como o papo começou, please!). Ai, vocês já viram aquele ditado, cuidado com as coisas que deseja? Pois bem, o que ele não se deu conta é que noite de Halloween tem magias inesperadas e misteriosas… olhem só o que aconteceu na foto abaixo.

Uma Gi é bom, imagina 5 (não vale retrucar!)

Se uma Gi é bom, imagina 5 😛

Depois do milagre da multiplicação de Gi’s (ficamos, eu e minhas clones, tão entretidas conosco que a cara metade mudou de idéia e resolveu enviá-las de volta para a caixa mágica de onde saíram, e ficar só comigo mesmo! 🙂 ), resolvemos que estava de bom tamanho e fomos nanar. A noite foi tranqüila – se não contar que dormir no chão duro não é nosso forte -, nos saímos bem e só acordamos uma vez na madrugada com o uivar de uma matilha de coiotes que pareciam estar tão perto que até sonhei que eles estavam cercando nossa barraca e tentando traçar minhas mãozinhas para o jantar.

No dia seguinte acordamos cedinho para aproveitar o parque. Apesar de não estar tão quente, os horários em que o parque está mais bonito são durante o nascer e o pôr-do-sol, então vale a pena o esforço. Fizemos um cafezinho e zarpamos para o Zabriskie Point, que lembra muito um outro Parque nacional chamado Badlands que visitamos em 2006. O visual é lindo, cheio de umas ondas que parecem dunas, mas não são. Acho que as fotos dizem muito mais do que eu conseguiria em palavras.

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Zabrieskie Point by André Goldstein

Curiosidades sobre o Zabriskie Point na wiki:

Dante's View

Dante's View by André Goldstein

Do Zabriskie pegamos a estrada para o Dante’s View point, há aproximadamente 1700 metros acima do nível do mar, desse ponto se tem uma visão fantástica e praticamente sem obstrução do Vale. Estava muito frio por lá, e ventando demais, mas achei um cantinho para fugir do frio e apreciar a beleza do lugar. Depois disso fomos desmontar a barraca e recolher nossos pertences, pois o plano era ficar mesmo só uma noite, e o nosso campsite já estava reservado para sábado (aliás, o camping estava lotado, bem como o parque como um todo, com muitos estrangeiros, muita gente falando francês e alemão, além de outras línguas que a gente não conseguiu reconhecer ;).

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Artist's Pallete by André Goldstein

Nossa última parada no parque foi a Paleta do Artista (Artist’s Pallete), que é outro ponto famoso do parque, onde as montanhas são tão coloridas, com as cores mais variadas, que dá a impressão de que alguém passou por lá e fez um spray colorido. É difícil explicar, e acho que as minhas fotos não fazem jus a beleza do lugar, mas é algo extraordinário de se ver, então vou deixar as fotos do André falarem por mim.

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Artist's Pallete by André Goldstein

Essa foi nossa segunda visita e a gente ainda não conseguiu ver tudo que queria do parque, tem umas partes que só com carro utilitário com chassi elevado para chegar, mas uma hora dessas a gente consegue.

Na volta passamos por umas áreas inundadas, pois choveu bem forte na região do entorno do parque na noite de sexta e durante o dia no sábado. Ficamos até com medo de o carro pifar, mas deu tudo certo e chegamos em casa direitinho.

Acho que essa deve ser umas das melhores épocas para visitar o parque, e a gente recomenda muito a visita. Só não pode esquecer de levar muita água, protetor solar e roupas leves para o dia e de frio para a noite e também para visitar as partes mais elevadas do parque. Se for acampar, também recomendamos fazer reserva, pois apesar de termos conseguindo um lugar, o camping estava praticamente lotado e conseguimos um dos ultimos sites disponiveis (que como eu falei anteriormente, ja estava reservado para sabado).

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Nossa passagem pelo arizona foi super rápida, chegamos a meia noite de sexta, cara-metade ficou sábado o dia todo fazendo um curso de fotografia e eu fiquei no hotel trabalhando. Sai para almoçar num shopping gigante do ladinho do hotel mesmo, e logo voltei. A noite fomos comer endless shrimp (um tipo de rodízio de camarão) no Redlobster, e voltamos para o hotel estufadinhos.

Enquanto isso, eu muito orgânica e distraída, esqueci completamente dos cactus saguaro típicos do Arizona, que a cara-metade fez o favor de me lembrar quando já estávamos saindo do hotel para voltar pra casa. Então, sugeri que fossemos procurar algum para tirarmos uma foto. De posse do nosso GPS (que merece um post inteirinho só para ele- ou seria ela?), saímos a busca de um parque nas redondezas. Acabamos seguindo em direção a um parque estadual Pleasant Lake (no qual não entramos pois tinha que pagar e achamos que não valeria a pena, considerando o pouco tempo que ficaríamos), e que depois descobrimos j’a nos levava em direção a um caminho de volta pra casa alternativo e que  não desapontou, avistamos “florestas” enormes desse cactus gigante, cuja flor é símbolo do estado do arizona.

Segundo a wiki:

Saguaro é o nome pelo qual o cacto da espécie Carnegiea gigantea é conhecido em seu lugar de origem, nos desertos da América do Norte. É a maior espécie da família Cactaceae, atingindo mais de 15 metros de altura. Trata-se de um cacto colunar, com ramificações em forma de candelabro, espinhos curtos e grandes flores brancas e tubulares, com antese noturna. O gigantesco cactus saguaro fornece ninhos às aves do deserto e funciona como “árvore”. O saguaro cresce lentamente mas pode viver 200 anos. Aos 9 anos, ele tem cerca de 15 cm de altura. Aos 75 anos, o cactus desenvolve seus primeiros ramos. Quando totalmente adulto, o saguaro chega a 15 metros de altura e pesa quase 10 toneladas. Eles povoam o deserto de Sonora e reforçam a impressão de que os desertos são áreas ricas em cactus.

É espécie cultivada como ornamental.

Ornamental mesmo, e parece que bem popular com o pessoal de paisagismo, uma cactinho bebê chega a custar 100 doletas. Um grandão já com os braços nem quero saber quanto pode chegar a custar. Esses ai da foto ao lado já estão bem fimezinhos, mas vimos outros com suporte de madeira, em áreas ainda em construção.

Parece que eles são protegidos por lei, então para mudá-los de lugar, ou construir ao seu redor, precisa de permissão especial.

Saguaro de longe

Saguaro de longe

Saguaro de Perto.

Saguaro de Perto.

Está certo que não sou a pessoa mais alta do mundo, mas dá para notar como são enormes essas árvores do deserto, não?

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Cholla Cactus Garden

Cholla Cactus Garden

Não sei vocês, mas sempre que penso em deserto. penso na Africa, no Sahara e me vem a mente imagens de extensas e infindáveis dunas de areia fininha, que vão até muito além da linha do horizonte. Sem faltar, é claro, os camelos ou dromedários, homens de turbante e, se estiver inspirada, a esperança de um oásis no meio do nada, tudo bem ao estilo contos das mil e uma noites… (Se estiver especialmente inspirada, entram também tapetes voadores e gênios que habitam lâmpadas lustrosas).

Mas a verdade é que há desertos mesmo aqui no ocidente, no coração das Américas, e eles também tem seu fascínio, mesmo que de uma forma completamente diferente. No finde que passou fomos ao Parque Nacional Joshua Tree (Joshua Tree National Park), que fica no encontro entre o Deserto de Mojave e o Deserto do Colorado ( que por sua vez, é parte do ainda maior Deserto de Sonora). O parque, que tem aproximadamente 3000km2 fica há umas 2 1/2 horas de L.A. (fora o transito), ou seja, do ladinho de casa, e fizemos uma parada relâmpago na volta do Arizona.

Logo na entrada, não há muito que diferencie o parque do restante da paisagem árida que a gente viu no caminho. Muitos arbustos e montanhas de pedras expostas. Mas conforme vamos entrando no coração do parque, a paisagem vai mudando um pouco e a vegetação típica da região começa a ficar mais evidente. Na área do Deserto do Colorado, de baixas altitudes, os vários tipos de cactus chamam a atenção, pela sua beleza, o cholla cactus (Cylindropuntia bigelovii) parece (de longe) tão fofinho, que leva o apelido de teddy-bear cholla (Teddy-bear = urso de pelúcia). Infelizmente, não dá nem para pensar em um abraço de urso, com a infinidade de espinhos que seus troncos trazem consigo. Já na parte do Deserto do Mojave, que é caracterizada pela maior altitude, o grande destaque fica para as famosas árvores Joshua Trees (Yucca Brevifolia), que pela sua abundância na região, dão nome ao parque.

É interessante observar que tanto o Joshua Tree quanto o Death Valley (que também é um deserto da Califórnia, e que visitei em Julho) só foram transformados em Parques Nacionais recentemente. Nenhum dos dois tem a beleza óbvia e escandalosa de parques como Yosemite, Yellowstone, ou Grand Canyon. Ao contrário, sua beleza está nos detalhes e, principalmente, na persistência e perseverança de seus habitantes. A região é inóspita, água potável somente nas extremidades do parque, onde ficam as dependências da guarda florestal. As áreas destinadas a acampamentos são das mais rústicas que já ví por aqui (e ainda assim tudo muito organizado, com banheiros – sem água corrente – e áreas designadas para barracas). Nada disso, porém, impede que o parque seja visitado por centenas de pessoas todos os anos. Aliás, enquanto estávamos por lá, notamos que todas as áreas de acampamento estavam lotadas.

Infelizmente, nossa passagem por lá fui quase relâmpago, mas já decidimos que vamos voltar para acampar uma hora dessas!

Abaixo algumas fotinhas (Detalhe Importante: desta vez, a fotógrafa sou euzinha!) do que conseguimos ver:

Cholla Cactus – Inside and Out

Jumbo Rocks

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A identidade do Superman continua tão secreta quanto tempre. Seu romance com a Louis Lane está começando a aflorar (pelo menos na nova temporada de Smallville), e apesar de não ser o superherói mais inteligente do mundo, ele sempre será o homem de aço e queridinho dos frascos e comprimidos!Já seu endereço… a tão famosa Fortaleza da Solidão, está mais para bate-caverna!

É isso mesmo, que polo-norte que nada, o Superman mora numa caverna no México. Sí, se habla espanol! LOL.

Brincadeiras a parte, ontem num troca troca de canais infindável (para fugir dos discursos batidos e redículos típicos da campanha eleitoral) fiquei impressionada com uma reportagem da National Geographic sobre uma caverna de cristais gigantes no méxico, que não deixa nada a desejar a imagem que fazemos da famosa casa do superman. Diferenças a parte – a casa do superman ficou pronta em segundos, bastando ele colocar seu famoso cristal kriptoniano no gelo polar, a caverna de cristal do méxico levou millenios para se formar, sob condições ambientais constantes e propícias – as imagens que foram surgindo na minha TV pareciam mesmo saídas das histórias de ficção científica.

A caverna, Cueva de los Cristales, de 10 x 30 metros foi encontrada no ano 2000, por Juan Manuel Garcia-Ruiz, perto da cidade de delícias, a 300 metros de profundidade sob a Montanha Naica, no Deserto de Chihuahuan, no México. O maior dos cristais chega a 11 metros de comprimento, e pode pesar até 55 toneladas. Juan M.G. Ruiz diz que a caverna é a Capela Sistina dos Cristais, eu acho que todos que virem as imagens vão achar que é a casa do Superman. Como vai ser conhecida pouco importa, sua magnitude é inegável, espero que seja preservada, e vai ser, pelo menos aqui, com essas imagens toscas diretamente da minha TV 🙂

Caverna do Superman - I

Caverna do Superman - I

Caverna do Superman - II

Caverna do Superman - II

P.S.: Fotinhas mais decentes aqui!

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Nos últimos fins de semana temos ido a algumas das inúmeras praias de Malibu, aproveitar o por-do-sol, e como um benefício adicional, ver as estrelas!

Veja ai abaixo o resultado:

Estrelas de Malibu - (c) André Goldstein

Estrelas de Malibu II - (c) André Goldstein

Para quem pensou naquelas outras estrelas, foi mal aê, não resisti. 😉

Malibu é mesmo uma região muito bonita, tem várias prainhas algumas longas com pedações compridos de areia, outras mais curtinhas entrecortadas com aqueles despenhadeiros arenosos, que parece vão despencar a qualquer momento (ou com o próximo terremoto/tsunami). Algumas praias são mais visíveis, outras a gente tem descoberto graças as fontes fotográficas da cara metade.

Em algumas áreas praticamente não há acesso a praia, especialmente onde há aquelas dezenas de casinhas praticamente penduradas no barranco, se equilibrando entre a estrada e a praia la embaixo. Já outras áreas são praias e parques estaduais, com estacionamento e, se você tiver sorte, até banheiro público e chuveirinho. Essas tendem a ser as mais interessantes.

Nesse último finde descobrimos uma muito simpática, cheia de formações rochosas, muito legais, com uns túneis entre as pedras que vão te levando a outra praia, e outra praia, e outra praia, cada uma mais linda do que a outra, vale a pena conferir a região.

Praia de Malibu - (c) André Goldstein

Praia de Malibu - (c) André Goldstein

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Hoje foi feriado aqui, então aproveitamos o finde mais comprido e fomos para o litoral. Na região da praia de Pismo, há umas 3 horas daqui. Pegar praia por aqui é sempre muito diferente de pegar praia no Brasil, já que na maioria das vezes está frio demais para cair na água, ou mesmo pegar um solzinho na areia, então a gente aproveita para apreciar a natureza. Dessa vez não foi diferente, o fim de semana foi gostoso, o tempo não ajudou muito, mas pelo menos não choveu, então conseguimos fazer algumas caminhadas e aproveitar o pôr-do-sol de sábado e domingo.

Porém a grande e inesperada aventura foi o nosso primeiro passeio de caiaque. Estávamos no fim do nosso passeio, e resolvemos dar uma olhada na baia de Morro Bay, antes de pegar a estrada para voltar para casa. Chegando lá o que mais haviam eram caiaques passeando pelas águas calminhas da baia. Uma coisa tão convidativa…. foi dando uma vontade de entrar naquela água também….

Quando avistamos uma barraca alugando caiaques, não resistimos, e encaramos nossa primeira viagem. Munidos de coletes salva-vidas e uma sacola a prova d’água para os nossos pertences mais básicos, entramos no barquinho e saímos remando.  Fui na frente, pois o remador mais forte deve ficar atrás do barquinho, comandando a operação, e o passeio não decepcionou. Simplesmente adorei!

Remamos 45 minutos até as dunas do outro lado da baia. No caminho passamos por duas foquinhas felizes e faceiras, além de zilhões de pássaros, entre eles gaivotas, gaivotinhas e os deslumbrantes pelicanos, que andavam aos bandos por todas as praias por onde passamos, fazendo razantes na nossa frente. Fizemos uma parada rápida do outro lado, uma pequena caminhada pelas  dunas, e logo voltamos. Sabe como é, marinheiros de primeira viagem, umas nuvens meio pesadas se aproximando…  Mas a volta foi bem mais rápida e, apesar de uma corrente mais forte estar nos puxando para dentro da baia, relativamente tranqüila.

Achei tudo relativamente fácil, você rema uma vez para cada lado para seguir em frente, se quer ir para uma direção rema para o lado oposto, e assim vai ajustando o passo, digo a remada, conforme a maré. O passeio foi curto, mas serviu para deixar um gostinho de quero mais. E agora o mais novo sonho de consumo da nossa lista é um caiaque. 😉

Caiaque

Caiaque1

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