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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Acabo de descobrir que fiz batata doce assada hoje. Explico: na plaquinha do super dizia yam, que deveria ser o inhame, que é como Denorex, parece, mas não é batata doce. Acontece, que quando essa variedade de batata doce que eu fiz hoje, que tem uma casca meio rosa e o interior laranja vivo, foi introduzida aqui nos usa, eles deram o nome de yam, para diferenciar dos outros tipos de batata doce existentes. Mas, na verdade, não são yams, e sim uma outra variedade de batata doce. E bota doce nisso, adorei.

E sabe o que é melhor? Faz bem a saúde, é rica em beta-carotenos que ajudam na produção de vitamina A no nosso organismo.

Parece que podem ser preparadas como qualquer outra batata doce.

Eu fiz assim:

1. Descasquei, lavei e cortei em rodelas finas duas batas médias.

2. Temperei com sal de alho e óleo de oliva.

3. Deixei assar por unas 20 minutos em forno pré-aquecido.

Foi um sucesso, quando a sopa ficou pronta, já não tinha mais batata pra contar a história.

E você, gosta de batata doce? Já experimentou esse tipo de batata doce? Tem alguma receita pra compartilhar?

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Mais uma pequena (porém altamente calórica) brecha na dieta, para não perder o hábito. Essa semana tive um orkontro em Irvine, umas duas horas ao sul daqui. Planejei levar um bolo de mandioca com coco que eu adoro. Infelizmente, acabei me atrapalhando um pouco e só consegui levar a mim mesma e a minha boquinha nervosa.

Mas, como já havia comprado a mandioca e coco, resolvi fazer o bolo hoje, para o meu próprio deleite (até o momento) e o deleite (futuro, pois ele ainda está esperando esfriar pra experimentar) da cara metade. Esse bolo é mais uma daquelas muitas coisas quase mitológicas por aqui, já que se quiser só fazendo em casa mesmo, não tem pra comprar em nenhum lugar. Mas, o bom é que o aipim (que é como a gente chama mandioca no sul), tem em qualquer mercado. O nome em inglês é yucca root (ou raiz de yucca), os derivados, como polvilho e as bolinhas para fazer sagu são conhecidos como tapioca, mas a raiz mesmo é yucca.

Os ingredientes

Os ingredientes

Usei a seguinte receita com pequenas variações (em itálico):

Ingredientes:

– 700 gramas de mandioca crua (ralada) – usei menos que isso, apenas uma raíz grande, pois era o que eu tinha em casa.

– 1 lata de leite condensado

– 1 vidro de leite de coco – usei uma lata maior que a lata de leite condensado, pois é o que se encontra por aqui.

– 4 ovos – usei apenas 3 (acho que poderia ter usado 2).

– açucar a gosto – coloquei uma xícara de cafezinho (mas nem precisava, pois o coco aqui já vem com açucar).

– 1 coco ralado pequeno (coloquei um pacote enorme que tinha em casa).

Modo de fazer:

No forno

No forno

Descascar a mandioca e retirar o fio que fica no meio (a receita pede pra reservar e depois jogar ela inteira no liquidificador, mas eu ralei a minha no processador de alimentos).

Bater no liquidificador, o leite condensado, os ovos, o leite de coco, o açúcar. Juntar a mandioca aos poucos.

Quando estiver bem moido, juntar o coco com uma colher de pau. A minha mistura ficou bem rala, por isso acabei usando todo o pacote de coco ralado (e também porque gosto bastante de coco).

Assar em assadeira untada com margarina em fogo brando por 40 minutos. Está pronto quando o bolo estiver douradinho.

E ai está o resultado:

O resultado!

O resultado!

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A Paz -Gilberto Gil

A Paz

Composição: Gilberto Gil & João Donato

A paz invadiu o meu coração
De repente, me encheu de paz
Como se o vento de um tufão
Arrancasse meus pés do chão
Onde eu já não me enterro mais

A paz fez um mar da revolução
Invadir meu destino; A paz
Como aquela grande explosão
Uma bomba sobre o Japão
Fez nascer o Japão da paz

Eu pensei em mim
Eu pensei em ti
Eu chorei por nós
Que contradição
Só a guerra faz
Nosso amor em paz

Eu vim
Vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou ao fim
Onde o fim da tarde é lilás
Onde o mar arrebenta em mim
O lamento de tantos “ais”

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Estou adorando Private Practice, que é um seriado (semi-novo – está na seguinda temporada), spin-off do Grey’s Antomy (do qual também gosto, exceto pela chata da Dra. Meredith Gray, que tem tudo e não quer nada com nada! blargh!!!). Os atores são um delight para os olhos, e as plots são interessantes. Eles tentam trazer uns dilemas éticos da área de medicina, mas sem forçar muito a barra e tornar a coisa muito pesada. Sempre tem mais de uma história acontecendo, mas sem ficar confuso demais. Ninguém precisa de Ph.D. para entender, e ser perder um episódio, o resto continua fazendo sentido (eu acho!).

E você, qual seu seriado favorito do momento!?

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Treat or trick, smell my feet.

Give me something good to eat.

If you don’t, I don’t care.

I’ll pull down your underwear.

Aprendi a musica acima com as meninas de quem tomei conta assim que cheguei por aqui. Uma vez que entendi a letra, morria de rir cada vez que ouvia elas cantando.  Mas também, veja a minha tradução (tosca e cheia de liberdades artísticas) e me diga se não é uma piada (sem esquecer que a versão em inglês rima, ainda por cima!):

Vai ser doce ou Travessura? cheire meu chulé!

Me dê algo gostoso para comer.

Se não der, não to nem ai.

Vou baixar suas calçoletas!

Tudo isso para dizer que o Halloween está chegando, e acabo de ver umas morangas(?) bem como essas da foto na porta da casa dos vizinhos. Vou tentar tirar uma fotinha mais tarde, quando eles não estiverem olhando, por enquanto fica essa da getty.

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Ultimamente, tem-se falado muito sobre planos de saúde aqui nos Estados Unidos, pois tanto Obama, quanto Hillary Clinton, são a favor de reformar o sistema de saúde americano e transformá-lo em algo acessível a todas as pessoas que estejam interessadas em ter um plano de saúde e não apenas a quem for elegível conforme os critérios das próprias seguradoras (ou pelo menos é isso que entendo das propostas deles). Até o McCain tem um plano para a saúde…
 
Algumas organizações independentes também estão fazendo um esforço para inserir o assunto nas discussões eleitorais. Há inclusive uns comerciais de TV com pessoas que, mesmo tendo plano de saúde, tiveram que declarar falência por conta de despesas médicas não cobertas pelo seu plano. Hoje mesmo Obama mencionou em seu discurso que 50% das pessoas que declaram falência no país, o fazem por não conseguir pagar suas contas médicas.
 
Minha experiência pessoal me diz que o assunto é importantísssimo e urgente. Desde que viemos para cá, sempre tivemos plano de saúde, que é um dos requisitos mais básicos para todos os tipos de visto que já tivemos (o governo quer ter certeza que não vai ter que gastar dos cofres públicos com os imigrantes). Infelizmente, ter plano de saúde, não apenas não garante que você não vai ter que declarar falência se tiver alguma doença séria cujo tratamento não será coberto pelo seu plano, mas também não garante que você vai ser atendido decentemente e tratado com a dignidade e o respeito que qualquer pessoa merece.
 
Porém, não dá para evitar pelo menos uma consulta anual, afinal já não sou mais uma garotinha…então há um tempo atras decidi fazer um checkup geral.  Quando liguei para marcar a consulta a espera era de mais de um mës (pois para esse tipo de consulta LONGA só tinha vaga mesmo para o mês seguinte). Estava quase no dia da consulta e notei que não recebi nenhuma confirmação (aqui é prache receber uma ligação no dia anterior confirmando a consulta), já achei estranho. Mas o pior mesmo foi a consulta propriamente dita.
 
Honestamente, senti como se a mulher estivesse o tempo todo com o pé na porta. Estava com uma listinha mental de coisas bem específicas para perguntar, mas já no primeiro assunto ela fez cara de quem não estava entendendo nada, e desconsiderou minhas preocupações. Daí para frente, foi de mal a pior. Para se ter uma idéia, a consulta que eu tive que esperar 1 mês para agendar por ser mais longa que o normal, não levou 20 minutos, quando perguntei sobre os exames laboratoriais (que são prache em checkup completos – e que tenho direito a fazer uma vez por ano pelo meu plano de saúde), ela disse, bom, geralmente quando a pessoa parece saudável a gente não pede, a menos que você queira. Vocë quer? E eu, sim eu quero!!!!!!!! Ora bolotas,  se eu marco um checkup completo, claro que quero os exames não? Ela fez lá o preventivo e eu fiquei pensando depois que ela acabar tudo, vai parar e vamos conversar… doce ilusão, volta a enfermeira dizendo que estava tudo pronto e eu podia ir embora.
 
Essa não é a primeira vez que tenho uma experiência negativa com médicos aqui, mas experiência com essa médica passou do meu limite. Infelizmente, como é bem típico meu, fiquei com cara paisagem, sem saber o que fazer. Ta, costumo ser uma pessoa sorridente, e fechei a cara, mas fora isso, nada mais me ocorreu. Até agora não sei bem o que se pode fazer numa situação dessas. Lógico que vou trocar de médico, é burocrático, mas possível. O problema é que trocar de médico não apaga a experiência negativa que tive e nem elimina a raiz do problema.
 
E o meu caso é apenas reflexo do sistema, que força os médicos a atenderem cada vez mais pacientes, em menos tempo, a evitarem ao máximo solicitar exames, enfim, a cortar ao máximo as despesas reais dos planos de saúde. Outro dia ouvi num dos debates que os planos de saúde gastam uma porcentagem absurda (que já não lembro mais) com as pessoas que analisam os pedidos de cobertura/exames/etc, e também a questão das condições pré-existentes, comparados com as despesas reais com pacientes.
 

O pior é conversar com os conhecidos e descobrir casos muito piores do que o meu, de pessoas com problemas de saúde sérios, tendo que implorar aos prantos por alguma atitude por parte do médico. E o medo de um dia precisar de tratamento sério e se descobrir na mão, sem eira nem beira. É verdade que ninguém morre nas portas das emergências por aqui, mas o descaso com o ser humano é uma constante. 😦

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Ta, estou fazendo um esforço consciente para comer melhor e perder peso. Não compro mais guloseimas quando vou no super.

Na minha dispensa, as coisas mais próximas de algo doce e gostoso são as barrinhas de cereal da Quaker(que nem são tão boas assim).

No congelador, só tem picolé de fruta não cremoso.

Arroz, só se for integral, pão também (tudo bem, outro dia comprei um de queijo, mas foi uma exceção).

Açúcar só se for mascavo.

Não bebo mais refrigerante (tomo limonada quando a água não me satisfaz), só água com gás.

Estava indo tudo muito bem (em tese, pois resultado que é bom, ainda não vi nenhum), mas uma noite dessas, enquanto assistia agoniada o noticiário, percebi que as bananas da fruteira estava ficando meio passadinhas… ai não teve jeito, foi-se a dieta para as cucuias e saiu essa tortinha de farofa de banana ilustrada pela foto ai abaixo.

Mas veja a simplicidade dessa receita, e diz se eu tenho culpa?

Ingredientes:

Torta Farofa de Banana

Torta Farofa de Banana

 

1 colher de sopa de fermento em pó

1 1/2 xícara de farinha de trigo

1 1/2 xícara de amido de milho

1 xícara de margarina

2 xícara de açúcar

1 xícara de leite

12 bananas nanica (bem madurinhas) em fatias

3 ovos

canela para polvilhar (que eu não usei)

Passas e nozes (usei uns punhados de um trail mix que tinha na dispensa, e que continha frutinhas, cholatechips, amêndoas, nozes, amendoim e sei  mais o que). 

Modo de Fazer:

Misturar a farinha, o açúcar, o amido de milho, o fermento, e a margarina com as mãos até formar uma farofa. Em uma forma untada, colocar uma camada de farofa, uma camada de banana um pouco de passas,nozes e coisa e tal e ir repetindo até terminar com uma camada de farofa (o meu bolo ficou com duas camadas de banana e três de farofa.< Por último, bater os ovos, adicionar o leite e despejar com cuidado sobre a  massa. Levar ao forno por 45 minutos em temperatura moderada.

As nozes, passas e o chocolate dão um gostinho especial e um toque crocante a esta tortinha tradicional, e o resultado é um atentado a< sua dieta. Se resolver fazer, não diga que não avisei!

 

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