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Archive for the ‘Curiosidades’ Category

Segundo um estudo recente publicado no  New York Times, o consumo de café está relacionado a menores riscos de demência. Os pesquisadores acompanharam os hábito de consumo de café de um grupo de 1409 pessoas por mais de 21 anos, e concluiram que as pessoas que tomavam de três a cinco copos de café por dia, tinham 65% menos chance de desenvolver algum tipo de demência  (isso já descontando outros fatores de risco, como diabetes tipo 2, pressão alta, etc). Ta, tudo bem, eles também disseram que é um estudo de observação ainda, e que não há como saber se passar a tomar café mais café diariamente passa a proteger alguém, mas, mesmo assim, eu que sou cafezeira confessa (devo sim tomar mais de três copos por dia), fiquei feliz. Mais uma boa desculpa para tomar o meu pretinho de cada dia. Aliás, faltou saber se o café era puro, ou se podia ser com leite, hehe.

E você, gostou da novidade?

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Zabriskie Point by André Goldstein

Sexta foi Halloween e decidimos impulsivamente passar a noite no Vale da Morte (que visitamos no calor do verão, lembram?). Somos assim, é botar o pé na estrada num finde e ficamos com o bicho carpinteiro no corpo, logo querendo sair novamente. A viagem foi tranqüila, mas como saímos meio tarde e os dias estão bem mais curtos agora no outono, chegamos lá já na calada da noite. Resolvemos acampar, já que com a crise  economizar é preciso, e também porque é bem gostoso fazer uma fogueirinha e passar a noite ao ar livre (ok, médio ao ar livre, dormimos na barraca! 😉 ).

Aliás, acampar nos parques nacionais aqui nos USA é muito fácil, os campings tem toda a infra-estrutura necessária. O camping em que ficamos tinha até banheiro com água corrente. Em geral cada campsite tem uma mesinha de picnique e também uma área especial para fazer uma fogueira e uma churrasqueira de metal. Nosso campsite tinha uma área com sombra de umas arvores bem simpáticas, que deixou tudo muito aconchegante, e que deve ser uma mão na roda no verãozão, quando as temperaturas no parque chegam a médias de 45oC durante o dia. Pagamos $18.00 dólares e como temos um passe anual para os parques nacionais, esse foi o nosso único custo de estadia.

Outra coisa muito legal de acampar num lugar como o Vale da Morte, tão afastado da civilização, é a possibilidade de ver estrelas, mas tantas, que parece que a gente está vendo o céu pela primeira vez. Lindo, lindo, lindo. Ficamos um bom tempo curtindo a noite, ao redor da fogueira. Ai, conversa vai, conversa vem, a cara metade declara, que só me trocaria por duas de mim (não pergunte como o papo começou, please!). Ai, vocês já viram aquele ditado, cuidado com as coisas que deseja? Pois bem, o que ele não se deu conta é que noite de Halloween tem magias inesperadas e misteriosas… olhem só o que aconteceu na foto abaixo.

Uma Gi é bom, imagina 5 (não vale retrucar!)

Se uma Gi é bom, imagina 5 😛

Depois do milagre da multiplicação de Gi’s (ficamos, eu e minhas clones, tão entretidas conosco que a cara metade mudou de idéia e resolveu enviá-las de volta para a caixa mágica de onde saíram, e ficar só comigo mesmo! 🙂 ), resolvemos que estava de bom tamanho e fomos nanar. A noite foi tranqüila – se não contar que dormir no chão duro não é nosso forte -, nos saímos bem e só acordamos uma vez na madrugada com o uivar de uma matilha de coiotes que pareciam estar tão perto que até sonhei que eles estavam cercando nossa barraca e tentando traçar minhas mãozinhas para o jantar.

No dia seguinte acordamos cedinho para aproveitar o parque. Apesar de não estar tão quente, os horários em que o parque está mais bonito são durante o nascer e o pôr-do-sol, então vale a pena o esforço. Fizemos um cafezinho e zarpamos para o Zabriskie Point, que lembra muito um outro Parque nacional chamado Badlands que visitamos em 2006. O visual é lindo, cheio de umas ondas que parecem dunas, mas não são. Acho que as fotos dizem muito mais do que eu conseguiria em palavras.

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Zabrieskie Point by André Goldstein

Curiosidades sobre o Zabriskie Point na wiki:

Dante's View

Dante's View by André Goldstein

Do Zabriskie pegamos a estrada para o Dante’s View point, há aproximadamente 1700 metros acima do nível do mar, desse ponto se tem uma visão fantástica e praticamente sem obstrução do Vale. Estava muito frio por lá, e ventando demais, mas achei um cantinho para fugir do frio e apreciar a beleza do lugar. Depois disso fomos desmontar a barraca e recolher nossos pertences, pois o plano era ficar mesmo só uma noite, e o nosso campsite já estava reservado para sábado (aliás, o camping estava lotado, bem como o parque como um todo, com muitos estrangeiros, muita gente falando francês e alemão, além de outras línguas que a gente não conseguiu reconhecer ;).

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Artist's Pallete by André Goldstein

Nossa última parada no parque foi a Paleta do Artista (Artist’s Pallete), que é outro ponto famoso do parque, onde as montanhas são tão coloridas, com as cores mais variadas, que dá a impressão de que alguém passou por lá e fez um spray colorido. É difícil explicar, e acho que as minhas fotos não fazem jus a beleza do lugar, mas é algo extraordinário de se ver, então vou deixar as fotos do André falarem por mim.

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Artist's Pallete by André Goldstein

Essa foi nossa segunda visita e a gente ainda não conseguiu ver tudo que queria do parque, tem umas partes que só com carro utilitário com chassi elevado para chegar, mas uma hora dessas a gente consegue.

Na volta passamos por umas áreas inundadas, pois choveu bem forte na região do entorno do parque na noite de sexta e durante o dia no sábado. Ficamos até com medo de o carro pifar, mas deu tudo certo e chegamos em casa direitinho.

Acho que essa deve ser umas das melhores épocas para visitar o parque, e a gente recomenda muito a visita. Só não pode esquecer de levar muita água, protetor solar e roupas leves para o dia e de frio para a noite e também para visitar as partes mais elevadas do parque. Se for acampar, também recomendamos fazer reserva, pois apesar de termos conseguindo um lugar, o camping estava praticamente lotado e conseguimos um dos ultimos sites disponiveis (que como eu falei anteriormente, ja estava reservado para sabado).

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A identidade do Superman continua tão secreta quanto tempre. Seu romance com a Louis Lane está começando a aflorar (pelo menos na nova temporada de Smallville), e apesar de não ser o superherói mais inteligente do mundo, ele sempre será o homem de aço e queridinho dos frascos e comprimidos!Já seu endereço… a tão famosa Fortaleza da Solidão, está mais para bate-caverna!

É isso mesmo, que polo-norte que nada, o Superman mora numa caverna no México. Sí, se habla espanol! LOL.

Brincadeiras a parte, ontem num troca troca de canais infindável (para fugir dos discursos batidos e redículos típicos da campanha eleitoral) fiquei impressionada com uma reportagem da National Geographic sobre uma caverna de cristais gigantes no méxico, que não deixa nada a desejar a imagem que fazemos da famosa casa do superman. Diferenças a parte – a casa do superman ficou pronta em segundos, bastando ele colocar seu famoso cristal kriptoniano no gelo polar, a caverna de cristal do méxico levou millenios para se formar, sob condições ambientais constantes e propícias – as imagens que foram surgindo na minha TV pareciam mesmo saídas das histórias de ficção científica.

A caverna, Cueva de los Cristales, de 10 x 30 metros foi encontrada no ano 2000, por Juan Manuel Garcia-Ruiz, perto da cidade de delícias, a 300 metros de profundidade sob a Montanha Naica, no Deserto de Chihuahuan, no México. O maior dos cristais chega a 11 metros de comprimento, e pode pesar até 55 toneladas. Juan M.G. Ruiz diz que a caverna é a Capela Sistina dos Cristais, eu acho que todos que virem as imagens vão achar que é a casa do Superman. Como vai ser conhecida pouco importa, sua magnitude é inegável, espero que seja preservada, e vai ser, pelo menos aqui, com essas imagens toscas diretamente da minha TV 🙂

Caverna do Superman - I

Caverna do Superman - I

Caverna do Superman - II

Caverna do Superman - II

P.S.: Fotinhas mais decentes aqui!

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Semana passada estávamos com visita em casa. Na verdade ela veio para uma conferência, então quase não nos vimos, pois ela saia todos os dias cedinho e só voltava bem tarde.

Mas na sexta-feira antes de partir, tirou um tempinho para me levar pra passear pela cidade. Não você não entendeu errado, foi ela mesmo quem me levou para passear. Explico: minha visita morou em San Diego, que fica há umas 2 horas ao sul de LA, por uns 4 anos, então veio para cá varias vezes a passeio, e conhece bem mais a cidade do que nós.

Então sexta-feira, munidas apenas do tal GPS (Sistema de Posicionamento Global) seguimos para L.A, para explorar a cidade. Inicialmente, minha natureza de co-pilota mor ficou se sentindo meio inútil, obsoleta, um ser largado as traças, e completamente desnecessário para o sucesso da empreitada. Mas conforme fomos seguindo, tagarelando sem parar, somente sendo interrompidas vez por outra, por aquela voz dizendo coisas como: “mantenha-se a esquerda, próxima saída a 200 m”, “vire a esquerta agora”, “recalculando”, comecei a perceber o verdadeiro potencial desse aparelhinho.

A cada parada, um reajuste, um novo destino escolhido ali, na horinha, nada de folhear o calhamaço do mapa impresso, e ter que ficar pulando para frente e pra traz naquelas folhinhas minúsculas. Perdeu a entrada? Não tem problema, a “moça” é esperta e rapidinho recalcula o trajeto e indica uma nova rota. Não sabe o nome do lugar? Basta localizar uma aérea perto no mapa da telinha, fazer um pontinho, e lá vamos nós.

Com a ajuda do GPS, chegamos facilmente a nossa primeira parada, o Griffin Observatory, , que fica numa montanha, dentro de um parque no meio da cidade, e quando o tempo ajuda, permite uma visão espetacular de Los Angeles (lógicamente que o tempo não ajudou quando estavamos por lá, mais tudo bem). E’ nesse parque também que fica o famoso sinal de Hollywood, que pode ser facilmente visto do observatório. Aliás, falando em Hollywood, o observatório como praticamente tudo que a gente sai para ver por aqui, já foi cenário de vários filmes famosos, como: “O Exterminador do Futuro”, “As Panteras Detonando” – aquele com o Santoro, “Transformers”, e o “Flesh Gordon”, só para citar alguns.

Aproveitamos para dar uma passada por Hollywood, incluindo calçada da fama e o Kodak Theater, onde tem sido realizada a cerimônia do Oscar nos últimos anos, e que, curiosamente, fica dentro de um shopping center. O Shopping é grande e impressivo, e fica perto do Hollywood Bowl (para quem não lembra é onde fomos assistir ao Gilberto Gil em Junho). A área é interessante pelos seus ‘habitantes’ enquanto estávamos por lá encontramos Marilyn Monrooe, Superman, Batman e Coringa, além de um número impressionante de gente vendendo mapas da cidade com a localização das casas das estrelas… deve ter doido que compra, né?

De lá seguimos para a famosa Rodeo Drive, uma rua famosa por aparecer no filme Uma Linda Mulher (refrescando a sua memória: onde a Julia Roberts vai fazer suas compras e recebe um péssimo tratamento, só para voltar depois dando a volta por cima, lembrou agora??). No caminho passamos por Sunset Boulevard, e pela famosa Bervely Hills.

Seguimos então para Santa Mônica, que tem entre seus moradores, os famosos Tobey Maguire, Robert Redford, e Cristina Ricci. Almoçamos um autentico Burger no Johny Rockets, com direito a musica tema ensurdecedora e dancinha maluca dos atendentes. Depois uma olhadinha rápida no Pier de Santa Mônica, e o destino final, Union Station. Muito antes disso eu já tinha me perdido de amores pelo tal GPS… Então peguei o trenzinho que atende o pessoal da periferia (como euzinha), e cheguei em casa no fim do dia, conhecendo um pouquinho mais de LA e toda querenta de um GPS! Assim quem sabe até me transformo numa motorista mais corajosa e posso ter ainda mais histórias para contar dessa cidade tão famosa. 😉

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Puzzlepostcard

Originally uploaded by nossasandancas

As vezes tenho que tirar o chapéu para os americanos, o povo aqui é criativo (até ai tudo bem, afinal, também somos, não é atoa que somos fomosos pelo jeitinho brasileiro) e não dorme no ponto! Se a idéia é boa, logo alguém põe em prática. Tudo bem que é sempre tudo patenteado, lacrado a sete chaves para ninguém copiar, e o sujeito ficar rico…

Mesmo assim, há que se dar o mérito a quem merece. E, na minha humilde opinião, quem inventou o cartão postal em forma de quebra-cabeça teve uma idéia genial. É algo simples, relativamente barato, pouco mais do que um cartão postal comum, e tãaaaooooo divertido! Pelo menos para quem envia! Fico sempre imaginando a carinha do destinatário, abrindo aquele envelope todos ansioso, só para descobrir que para decifrar a mensagem e a imagem, ainda vai ter que dar uma de detetive juntar todas as peças e coisa e tals.

Tudo bem, pode ser que eu seja meio nerd, mas sempre adorei quebra-cabeça. E depois que descobri esses postais, sempre procuro por eles quando vou passear nos parques nacionais. Infelizmente nem todos tem. Mas o Vale da Morte tinha, então aproveitei.

Tem gente que logo, logo ta recebendo algum por ai em Terra brasilis. 😉

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Achei o site da Família Shurmam por acaso, vagando pelos blogs da Globo. Lembro de assistir uma palestra deles na UFSC, com uns slides maravilhosos da primeira viagem, um daqueles eventos que a gente não esquece. Fiquei super feliz de saber que meus conterrâneos catarinenses continuam sonhando e transformando os sonhos em realidade. É inspirador perceber que essa grande viagem levou cada um deles a descobrir seu potencial, e individualmente estão fazendo mais sucesso do que nunca, mas sem perder de vista o sonho da família.

Se eu fosse peixinha e soubesse nadar, também iria querer sair pelo mundo afora velejando. Como sou meio capenga no quesito natação, meus sonhos marítimos são de curta duração, e geralmente envolvem um bom equipamento de boias salvavidas! 🙂

Anyway, me comoveu a história de Kat, sua filha adotiva que faleceu por complicações do virus HIV, do qual era portadora desde seu nascimento. Há muitas crianças órfãs soropositivas no mundo. Acabam sem cuidados e sem carinho, sendo que são as que mais precisam de atenção. Logo lembrei do Lar Recanto do Carinho, em Floripa, que está sempre precisando de apoio, seja através de alimentação, produtos de higiene e limpeza, roupas, brinquedos, seja através do seu trabalho voluntário, ou mesmo de doações em espécie. Então, se você puder ajudar, veja como aqui.

Fuçando mais um pouquinho, também descobri o Instituto Kat Schurman, cuja missão é:

Contribuir para a manutenção da qualidade dos ambientes marinho e costeiro e para o fortalecimento da sustentabilidade sócio-ambiental das comunidades litorâneas brasileiras.”

Achei a iniciativa fantástica. Estamos há anos luz do nosso potencial de uso/preservação consciente ou sustentável do meio ambiente e, apesar de cliche, eu sou daquelas que acredita que a educação é o único caminho para mudanças concretas e duradouras, e é isso que eles estão tentando fazer. O Instituto fica em Bombinhas, no litoral catarinense, e aceita visitas monitoradas de estudantes de escolas públicas e privadas. Também aceitam parcerias, e colaborações com empresas e pessoas físicas. Mais informações aqui.

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Excesso de fofura ou cute overload é um site em inglês com um milhão de historinhas muito fofinhas para ilustrar mais um milhão de fotos engraçadas, fofas, lindinhas de vários bichinhos fofos. Deu para perceber que gostei neh? Então, mesmo quem não entende inglês pode curtir os videos e as fotos do blog. E quem entender inglês pode aproveitar e dar umas boas risadas! Vai já para o Blogroll! 😉

O meu favorito do momento é o gatinho walnut, que mais parece o gato de botas do shrek!!! Faça uma visita e escolha o seu! 😉

Originally uploaded by cassandramurphy

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